Seguro de vida

Existem alguns temas que se transformaram em verdadeiros tabus e, sobre eles, as pessoas não gostam de conversar. A morte talvez seja o principal. E tudo aquilo que lembra a morte entra para o grupo dos assuntos proibidos. Seguro de vida é um deles. Muitos chegam a dizer que não querem nem pensar nesse assunto com medo de atrair a morte. Mas podemos afirmar que a única certeza que temos ao nascer é que um dia morreremos. E precisamos nos preparar para este momento, inclusive financeiramente. Infelizmente, muitas vezes, por um acidente ou doença muito agressiva, ela pode chegar muito antes do que gostaríamos. Nossa despedida trará um impacto profundo nas pessoas que amamos. Impacto emocional que pode ser acrescentado ao impacto financeiro, caso sejamos os provedores destas pessoas. O que é um provedor? Aquele que com seus recursos garante a subsistência de outra pessoa.

E como podemos evitar isso? Através do planejamento e organização financeira podemos nos preparar para diminuir o sofrimento desta perda. Precisamos criar condições para que nossos entes queridos possam preocupar-se somente com sua recuperação emocional sem maiores preocupações financeiras. O seguro de vida pode ser um grande aliado nesta tarefa. Este é seu objetivo. Garantir um conforto financeiro em um momento de perda emocional muito grande. Quando contratamos um seguro de vida, pagamos a uma seguradora um valor mensal (prêmio) e ela se compromete a pagar aos beneficiários por nós indicados um valor definido (indenização ou cobertura) em caso da ocorrência do risco contratado (morte ou acidente). A indenização do seguro de vida não entrará no processo legal de inventário e não está sujeita a cobrança de imposto de renda.

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